Os brasileiros Rafael Max Dias e Jefferson Castro Lima foram
retirados à força de um posto policial por cerca de 300 moradores de San Matías
(1.300 km
de La Paz), que "jogaram gasolina e atearam fogo para queimá-los
vivos", revelou um jornalista da TV Uno
Uma multidão enfurecida queimou vivos dois brasileiros em
San Matías, cidade boliviana na fronteira com Mato Grosso, acusados de ter
assassinado três bolivianos com rajadas de metralhadoras em um suposto caso de
narcotráfico. O Bom Dia Brasil, da Rede Globo informou que eles haviam
discutido com bolivianos devido a preço de um veículo.
Os brasileiros Rafael Max Dias e Jefferson Castro Lima foram
retirados à força de um posto policial por cerca de 300 moradores de San Matías
(1.300 km
de La Paz), que "jogaram gasolina e atearam fogo para queimá-los
vivos", revelou um jornalista da TV Uno.
"Os dois foram queimados a cinco metros da porta do
posto policial", confirmou o oficial boliviano Edwin Rojas ao site do
jornal El Deber, de Santa Cruz, região que engloba San Matías.
A dupla era suspeita de matar a tiros, na segunda-feira
(13), os bolivianos Paulino Parabá Ramos, 33 anos, Banderley Costas Parabá, 27,
e Edgar Suárez Rojas, 26.
Os dois brasileiros foram detidos na tarde desta terça-feira
(14) "na região de Fátima, e quando a população tomou conhecimento do fato
foi até o posto [policial], invadiu o local e arrancou os homens à força",
disse Edwin Rojas oficial da Força Especial de Luta contra o Narcotráfico
(FELCN).
A multidão também incendiou um carro que estava perto da
delegacia de polícia por desconfiar que pertencia aos brasileiros. De acordo
com as autoridades de San Matías foi impossível conter os manifestantes, pois
há poucos policiais na região.
A ciadade de San Matías fica na fronteira com o Estado do
Mato Grosso e tem apenas dez policiais.
Com informações da UOL./EBC

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