Bolsa-quadrilha
Mordomia não é para quem quer, mas para quem pode. Os 513 deputados federais foram agraciados pelo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, com um computador portátil da marca HP. Fazer bondade com o dinheiro do povo é bom demais. Mas a culpa é do Lula. Quem mandou ele dar a idéia ao criar o bolsa-família. Chinaglia criou o bolsa-deputado. Cada notebook, no mercado, custa R$ 7 mil.
Focinheira
Euclides Maciel exige uso de focinheira. E fique claro que o nobre deputado não está legislando em causa própria. A focinheira é para cães da raça Pit Bull para poderem passear nas ruas.
Planos
Cassol deve lançar a primeira-dama, dona Ivone, como candidata ao governo de Rondônia em 2010. Para deputada federal ou quem sabe estadual, Cassol deverá lançar a filha dele, Juliana.
# Só falta o senador Raupp lançar um dos filhos para deputado, já que Marinha Raupp poderá ser candidata à governadora, para que a República de Rolim de Moura domine de vez a política em Rondônia.
Diário faz 14 anos
O jornal Diário da Amazônia comemora hoje, 13/09, 14 anos de existência. Parabéns a todos os profissionais que fazem deste jornal um dos mais importantes de Rondônia. Parabéns a família Gurgacz por acreditar que informação é peça fundamental para a construção de um país e da consolidação da democracia.
Aprenda Direito
Você, leigo no assunto, ou mesmo você, que freqüentou os bancos acadêmicos e sentiu certa dificuldade em compreender alguns princípios do direito, não se preocupe…
Seus problemas acabaram!
“os mano” fizeram uma interpretação moderna e atual dos nossos códigos.
É só conferir…
Princípio da iniciativa das partes: “faz a tua que eu faço a minha”
Princípio da insignificância: “grande merda isto”.
Princípio da fungibilidade: “se só tem tu, vai tu mesmo” (parte da doutrina e da jurisprudência prefere: “quem não tem cão… caça com gato”).
Sucumbência: “a casa caiu!!!”
Legítima defesa: “bateu, levou, mané”.
Legítima defesa de terceiro: “deu no mano, leva na oreia”.
Legítima defesa putativa: “ihh!… foi mal”.
Oposição: “sai batido que o barato é meu”.
Nomeação à autoria: “vou cagüetar todo mundo”.
Chamamento ao processo: “o maluco ali também deve”.
Assistência: “então brother, é nóis.”
Direito de apelar em liberdade: “demorô, fui!”. (parte da doutrina entende como “só se for agora”).
Princípio do contraditório: “agora é eu”.
Revelia, preclusão, perempção, prescrição e decadência: “camarão que dorme, a onda leva”.
Honorários advocatícios: “cada um com os seus pobremas” ou “não mexe no meu, que eu não mexo no teu”.
Coautoria, e litisconsórcio passivo: “passarinho que acompanha morcego dá de cara com muro”, ou “passarinho que acompanha morcego, dorme de cabeça pra baixo”, ou ainda, se preferir, “quem refresca bunda de pato é lagoa”.
Reconvenção: “tá loco, mermão??? A culpa é tua”.
Comoriência: “um pipoco pra dois” ou “dois coelhos com uma paulada só”.
Preparo: “então… deixa uma merrequinha aí.”
Deserção: “deixa quieto”.
Recurso adesivo: “vou no vácuo”.
Sigilo profissional: “na miúda, só entre a gente”, alguns preferem “no sapatinho”.
Estelionato: “malandro é malandro, e mané é mané”.
Falso testemunho: “fala sério…”.
Reincidência: “puxa mermão, otra veis???”.
Investigação de paternidade: “toma que o filho é teu”.
Execução de alimentos: “quem não chora não mama”.
Acidente aéreo-terrestre
(Antes de começar a ler este artigo, quero que fique claro que eu não costumo publicar sacanagem neste Blog)
Um avião, provavelmente da TAM, sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrizagem de emergência, mas, graças à habilidade dele, consegue pousar em segurança no meio de uma avenida. Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um táxi desgovernado se choca com a aeronave.
No interrogatório, com o motorista Cerço, o delegado questiona:
- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado? Como é que o senhor não viu o jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping. Eles entraram no táxi e começaram o maior amasso e eu com 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga.
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça. e eu vendo pelo espelhinho, mas, com 90% de atenção no trânsito.
- Continue.
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela. E eu com 80% de atenção no trânsito.
- E!
- Ela abriu o zíper e caiu de boca no pingolim do rapaz, daí foi para 50% a minha atenção no trânsito.
- Ta certo, e então?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bingolin da boca e apontou na direção da minha nuca. Nisso o rapaz gritou: Olha o Jato!!! Eu abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião, doutor delegado. Eu achei que era o jato de porra, mas era a porra, do jato na rua.
Sem tréguas
O presidente do Senado Renan Calheiros tem se mostrado um político sem nenhum pudor pois tem até solicitado, com certa insistência, que o Executivo interfira nos assuntos internos do Senado, quando a própria Constituição Brasileira diz que os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) são independentes e harmoniosos entre si, o que, de certa forma, proíbe a interferência de um em assuntos que dizem respeito a outro.
Osama jovial
Osama bin Ladem aparece depois de três anos mais jovem, com a barba preta, ao contrário da grisalha, quando do atentado às torres Gêmeas na qual reivindicou a autoria dos ataques.
# Será que o Osama adotou a mesma loção que o deputado Anselmo de Jesus (PT-RO) está usando desde a última campanha política?
Nenhum comentário:
Postar um comentário